domingo, 26 de agosto de 2012

Yamadori Pessegeiro - kabudashi


Yamadori de Pessegueiro- Kabudashi

ASPECTOS TÉCNICOS DO CULTIVO DO PESSEGUEIRO
Edvan Alves Chagas
Rafael Pio

Fernando Antonio Campo Dall`Orto 

Wilson Barbosa
 

          O pessegueiro (Prunus persica L. Batsch), originário da China, é considerado frutífera típica de clima temperado. O pêssego é uma fruta muito apreciada no mundo, pelo sabor, pela aparência e pelo seu valor econômico no âmbito da cadeia produtiva. Toda a produção nacional de pêssego e nectarina se destinam ao mercado interno. Além de ser saborosa, a fruta possui diversos nutrientes importantes para o organismo. A fruta é uma boa fonte de vitaminas A, C, K, B5 e ferro, além de ser rica em carotenóides.
Época de plantio: utilizar mudas enxertadas sobre porta-enxertos de pessegueiro cv. Okinawa, resistente aos nematóides de galhas. Mudas de raízes nuas: plantio em julho e agosto; em recipientes: qualquer época, de preferência na estação das águas.

Calagem e Adubação
Calagem: de acordo com a análise de solo, aplicar calcário para elevar a saturação por bases a 70%, distribuindo o corretivo por todo o terreno antes do plantio ou mesmo durante a exploração do pomar, incorporando-o através de aração e/ou gradagem.
            As adubações são diferenciadas, de acordo com a idade das plantas, da seguinte forma:
Adubação de plantio: aplicar, por cova, 2kg de esterco de curral, bem curtido, 1kg de calcário magnesiano, 200g de P2O5 e 60 de K2O, pelo menos 30 dias antes do plantio. Em cobertura: a partir da brotação das mudas, aplicar ao redor da planta, 60g de N, em quatro parcelas de 15g, de dois em dois meses.
Adubação de formação: para plantios convencionais, de acordo com a análise do solo e por ano de idade, aplicar 60 a 120 g/planta de cada um dos nutrientes: N, P2O5 e K2O; o N em quatro parcelas, de dois em dois meses, a partir do início da brotação.
Adubação de produção: no pomar adulto convencional, a partir do 5º ano, dependendo da análise do solo e da produtividade, aplicar anualmente 3 t/ha de esterco de galinha, ou 15 t/ha de esterco de curral, bem curtido, e 90 a 180 kg/ha de N, 20 a 120 kg/ha de P2O5 e 30 a 150 kg/ha de K2O. Após a colheita, distribuir esterco, fósforo e potássio, na dosagem anual, em coroa larga, acompanhando a projeção da copa no solo, e, em seguida, misturá-los com a terra da superfície. Dividir o nitrogênio em quatro parcelas, aplicadas em cobertura, de dois em dois meses, a partir do início da brotação.
Em todas as fases, a adubação foliar e/ou fertirrigação com micronutrientes são essenciais para o bom crescimento e desenvolvimento das mudas. A mesma deve ser realizada com base na análise foliar.
Manejo cultural
            Para uma boa formação do pomar, é imprescindível a realização de podas nas plantas de acordo com cada estágio da planta. Desta forma, temos basicamente três tipos de podas:
Poda de Formação: realizada nos dois primeiros anos e vai depender do sistema de condução. Se as plantas forem conduzidas em forma de vaso ou taça aberta, a poda deve ser direcionada de forma a deixar quatro ramos dispostos lateralmente ao redor da planta, Se o sistema selecionado for em Y, então deve-se direcionar a poda a fim de deixar apenas duas pernadas laterais na planta e opostas no sentido da entrelinha.
Poda de Produção: realizada de maio a junho, consiste na retirada de ramos quebrados, doentes, secos ou mal localizados. Em seguida, faz-se um desponte de, aproximadamente, um terço no surto de crescimento do ramo do ano e o desponte dos ramos de frutificação. Essa poda depende também da capacidade de frutificação efetiva que é peculiar de cada variedade e local.
Poda de Limpeza: realizada durante todo o segundo semestre do ano visando a retirada do excesso de brotação e ramos mal localizados.
Irrigação: Indispensável nas estiagens. Pode ser realizada por gotejamento ou através de microaspersão.
Controle de pragas e doenças: no inverno – as principais doenças são podridão parda, ferrugem e bacteriose. Com relação às pragas, cita-se a mosca das frutas e a grafolita. O controle deverá ser realizado com a aplicação de calda sulfocálcica concentrada. na vegetação e na fase de frutificação – as pragas devem ser monitoradas e controladas com armadilhas e, em casos de necessidade aplicação de inseticidas. Já as doenças devem ser controladas de forma preventiva e curativa com a aplicação de fungicidas, sendo as causadas por fungo as mais importantes.
Colheita e produtividade
No estado de São Paulo, a colheita é realizada de agosto a fins de outubro, dependendo do ano e da região. A produtividade média alcançada é de 25 a 45 t/ha de frutos, em pomares adultos racionalmente conduzidos e conforme o espaçamento.
Característica de Algumas Variedades
Aurora 1 (IAC 680-179)
As plantas são vigorosas,  muito produtivas e de baixa exigência em frio. Seus frutos são grandes (cerca de 130g), de forma redondo-oblonga e com ponta pouco saliente. A película apresenta de 70 a 80% de vermelho-intenso sobre fundo amarelo. A polpa é bem firme, amarela e aderente ao caroço. O sabor é doce, com baixa acidez.
Douradão (IAC 6782-83)
As plantas apresentam vigor médio e crescimento compacto. Os frutos são bem grandes (cerca de 160 g). A polpa é amarela e mostra-se espessa, firme, fibrosa, medianamente suculenta e sem aderente ao caroço. A película apresenta de 80 a 90% de vermelho-estriada, sobre fundo amarelo-claro. O sabor doce-acidulado apresenta-se bem equilibrado e agradável, com 16º Brix.
Existem várias outras variedades que se adaptam bem às condições do Estado de São Paulo e estão disponíveis para o plantio.
Bibliografias Consultadas
BARBOSA, W.; OJIMA, M.; CAMPO-DALL'ORTO, F.A.; RIGITANO, O.; MARTINS, F.P.; SANTOS, R.R. & CASTRO, J.L. Melhoramento do pessegueiro para regiões de clima subtropical-temperado: realizações do Instituto Agronômico no período de 1950-1990. Campinas, Instituto Agronômico, 1997. 22p. (Documentos IAC, 52).
CAMPO-DALL’ORTO, F.A.; BARBOSA, W.; OJIMA, M.;  FRANCO, A.B. Formação de pomares de frutíferas de clima temperado-subtropical. Campinas, Instituto Agronômico, 1989. 28p. (Boletim Técnico, 128).
CARVALHO, V. L.; CHALFOUN, S. M. Doenças do pessegueiro. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v. 18, n. 189, p. 51-55, 1997.
OJIMA, M.; CAMPO DALL'ORTO, F.A.; BARBOSA, W. & RAIJ, B. van. Frutas de Clima Temperado: I. Ameixa, nêspera, pêssego, nectarina e damasco-japonês (umê). In: RECOMENDAÇÕES DE ADUBAÇÃO E CALAGEM PARA O ESTADO DE SÃO PAULO. Campinas, Instituto Agronômico, 1996. (Boletim, 100) p. 137-138.
OJIMA, M.; CAMPO DALL’ORTO, F.A.; BARBOSA, W.; MARTINS, F.P.; SANTOS, R.R. dos. Propagação do pessegueiro: pesquisas no Instituto Agronômico. Campinas: Instituto Agronômico, 1999. 42p. (Documentos IAC, 64).
OJIMA, M.; CAMPO DALL'ORTO, F.A.; BARBOSA, W.; RIGITANO, O.; MARTINS, F.P.; SANTOS, R.R.; CASTRO, J.L. & SABINO, J.C. Pêssego, nectarina, ameixa, caqui, nêspera, nogueira-macadâmia, figo e pecã. In: INSTRUÇÕES AGRICOLAS PARA AS PRINCIPAIS CULTURAS ECONÔMICAS. Campinas, Instituto Agronômico, 1998. (Boletim, 200).
SANTA-CECILIA, L. V. C.; SOUZA, B. Reconhecimento e manejo das principais pragas do pessegueiro. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v. 18, n. 189, p. 56-62, 1997.

O YAMADORI DO PESSEGUEIRO

                       A muito tenho plantado em meu pomar alguns pessegueiros, contudo este estava estava em um local que não era precisava ser retirado, então pensei, porque não tentar um yamadori com essa árvore, pois, possui belas flores e troncos com excelente textura.
                      O primeiro passo foi realizar uma poda para reduzir a planta, bem como induzir brotação mais baixa e assim foi feito.
Em pouco tempo novas brotações surgiram. Fiquei animado, mas resolvi ir devagar.
                      O próximo passo, foi cortar as raízes laterais da planta, sendo que isso foi feito em duas etapas, ma primeira, fiz apenas cortes em algumas raízes mais grossas e superfícias e na segunda etapa fiz cortes profundos deixando a planta ligada ao solo visto que estava muito funda das raízes, e tinha cavado um dia todo para chegar até ali e a planta nem se mexia, sentão cobri de terra de deixei mais alguns meses aguardando o momento da retirada, que estava programada para a primavera.
                     Depois de muito me aconselhar com vários bonsaístas; alguns dizendo que era ótimo material, outros diziam ser uma planta que não valia a pena perder tempo.
                     Cheguei a ficar desanimado, contudo resolvi que tentaria e se não desse certo tudo bem, e assim foi feito.
                      Em um domingo de inverno resolvi que aquele seria o momento da retirada da planta, pelo menos soltaria  toda a planta do solo.
                      Decidido, comecei a cavar solitariamente, utilizando enxadão, cavadeira e pá baía. depois de muito cavar e abri uma cratera consegui soltar a planta do solo e fiquei impressionado como tamanho  do torão. Mas como já era tarde e não haveria tempo hábil para completar todo o processo de retirada, voltei com toda a terra para cobrir o torrão e deixei a planta no mesmo local.
                     Após me aconselhar novamente, Eduardo Guedes, da Tae Kukkiwon Bonsai, essa grande pessoa e bonsaísta me acosnelhou em prosseguir com o projeto, assim como o Ricardo Paiva.
                    Não havia local que pudesse colocar a planta então foi necessário a confecção de uma caixa de madeira, tinha algumas tábuas velhas, as quais aproveitei para montar uma caixa sem gastar nada.
                   Passado praticamente 3 semanas, resolvi fazer a retirada definitiva da planta e coloca-la na caixa de madeira.
                    Sendo assim, fui convicto, realizar a retirada da planta. Observei nesse momento  que havia uma flor na planta e que novas brotações estavam aparecendo mesmo depois de todas as raízes que a ligava ao chão ter sido retirada, a planta respondia bem até aquele momento, mesmo com todas intervenções.
                  Depois de muito cavar sem muito esforço, visto que a terra já se encontrava fofa, consegui sozinho virar esse monstro fazendo um força tremenda para começar a destorroar a planta, meio que sem acreditar que daria certo, visto o tamanho o torrão.
                  Jogava água  o tempo todo no torrão para as raízes não ressecarem bem como para facilitar o destorroamento, além de ajudar na retirada de de um angico e uma amora quem estava incrustadas junto ao pessegueiro.
                  Com a ajuda do Leandro, o caseiro, conseguimos colocar o pessegueiro dentro da caixa, usando como substrato caco de telha, areia, esterco e um pouco da terra que ele estava plantado.
                   Passado uma semana da colocação do pessegueiro na caixa ele se comporta bem, inclusive apresentando novas flores e continuando com a brotação, não parece ter sentido todas essas intervenções.
                  Passado duas semanas, as brotações continuam vigorosas e novas flores estão surgindo.

Contudo se não der certo, não tenho a decepção de não ter tentado.
Espero que caminhe bem, vamos ver até onde ele vai!!!!

      Detalhe de madeira morta, precisando de tratamento
    Ainda com galhos altos, poda se iniciando para redução da altura da planta, e formação de brotação     mais baixa
Detalha do posicionamento dos troncos e madeira morta que precisando de limpeza e tratamento com calda

    Detalhe da madeira morta no mesmo tronco da foto anterior, vista de outro ângulo
     Ainda com alguns galhos mais altos que foram deixados na primeira poda de redução da planta, iniciando o processo de corte das raízes mais grossas e radiais da planta.

      Iniciando corte das raízes radiais, detalhe da distribuição dos troncos,

   Detalhe de tronco oco, morada de cupins, foi jogado calda sulfo-cálcica e cupinicida com a planta ainda no chão e eles morreram, ou pelo menos abandonaram a planta

    Vista de troco oco de outro ângulo. Talvez esse tronco tenha q ser retirado, pois a madeira se encontra muito frágil e desgastada pelos cupins, apesar de estar vivo e produzindo brotação e floração!!!!
    Raízes mais grosas forma cortadas e tratadas com calda sulfo, apesar de não ser o ideal era o que tinha a mão, não havia tempo para aquisição de uma pasta cicatrizante!!!!!
          Detalhes das raízes!!!!
                Detalhe das raízes finas ( Raízes de alimentação)
      Maioria das raízes cortadas e planta ainda ligada ao solo pelas raízes mais profundas, galho da direita ainda se encontra mais alto. Nessa foto também nota-se o tronco oco ao fundo da planta!


   Galho da direita reduzido com poda, depois de muito cavar, voltei com a terra junto as raízes para proteção!!!!
   Vista por cima, nota-se um angico incrustado a esquerda da planta, obserbe uma folhagem menor.


      Depois de algumas semanas, vista lateral!!!!


      Caminhando para soltar a planta totalmente do solo, note que tem água no buraco, foi usada tanto para amaciar a terra, visto que estava muito seca e dura bem como, para conservar as raízes úmidas.
    Detalhe das raízes sempre sendo molhadas
   Cavando cada vez mais, e a planta ainda nem se mexe!!!!
  
      De outro ângulo, ainda não se mexe, nem parece que se soltará, o trabalho persiste!!!!

   Pá baía, mostra o tamanho do buraco q da planta!!!!

     Vista de outro ângulo, começa a se soltar, o trabalho é árduo!!


                       Depois de muitas horas de um trabalho solitário o monstro se solta do chão, repare no tamanho do torrão, cavadeira serve como parâmetro!!!

      Totalmente solta do solo, cavadeira da uma noção do tamanho do torrão e do buraco que precisou ser feito para a retirada dessa planta. Como não havia tempo para ser colocada na caixa de madeira, voltei com ela para a posição original e cobri totalmente o torrão com terra, deixando a planta novamento no solo, porém solta. Esperando um dia libre que pudesse realizar o plantio na caixa. contudo me assutei com o tamanho do torrão e surgiu a duvida, destorroar ou não?!!!!
Depois de me aconselhar com o Luciano Benyakob e com o Eduardo Guedes da Tae Kukkiwon Bonsai, fui orientado a realizar o destorroamento, mesmo porque seria impossível levantar todo aquele peso para colocar na caixa. Outra dúvida que surgiu nesse momento foi se era possível separar os troncos ou não, Ricardo Paiva me ajudou no sentido de me dar confiança em não separar, pois já pensava em um Kabudashi, e sua opinião de que os troncos se encontravam bem distribuídos foi crucial para o que já estava claro em minha mente, um kabudashi. Mesmo que tivesse decidido separar os troncos o mesmo não seria possível, e pude contatar isso durante o destorroamento.
Destorroamento não foi total, mas grade parte, certa de 80% ou mais foi destorroado, mesmo porque era necessário deixar a planta mais leve.

      Preparei um substrato com areia, caco de telha, esterco de gado e um pouco de terra na qual já estava plantado todos esses anos.

       A Caixa de madeira já tinha sido feita contudo, eu achava que era muito grande, mas na verdade não foi, na largura por exemplo foi quase a conta de encaixar a planta, além de ter ficado rasa. Precisei improvisar pedaços de madeira que poderiam completar a caixa, e assim foi feito, não ficou das melhores, mas acomodou a planta muito bem além de que toda essa madeira utilizada da confecção da caixa não ter custado um centavo.

    Depois de muito trabalho e muita força com ajuda do Leandro, o rapaz que  na minha casa, está aí ele na caixa de madeira reaproveitada. Detalha do tronco oco!!!!

     De outro ângulo - Frente ainda não definida.
       Mais uma foto, um peso tremendo sobre as lajotas, precisará de mais uma coluna de blocos.


     Outro lado da planta, provável frente por mostrar melhor a distribuição dos troncos, aceitando sugestões, por favor ajudem a escolher uma frente!!!!!!!

                       Detalhe da brotação saindo muito bem!!!!
     Detalhe de mais brotações novas surgindo.
     Será está mesmo a melhor frente? Me parece que sim!!!! E para vocês?

      Mais detalhes de brotações novas surgindo.
     Planta se encontra com flores, Detalhe
                          Vista lateral da planta.
                          Detalhe do tronco oco, madeira bem ruim, talvez tenha que ser retirado.

                      Outro ângulo do tronco oco, reparem as rachaduras, talvez tenha que ser retirado, apesar de ainda estar vivo, produzindo brotos e floração, provavelmente caminha para a morte, vamos ver até onde poderemos ir com ele.
                                        Brotação mais baixa surgindo, detalhe da distribuição dos galhos.
                      Vista de outra lateral da planta.

     Qual frente escolher?

 



3 comentários:

  1. Que matéria d+!
    Está sendo um ótimo trabalho, muito bem conduzido. Essa tem tudo pra dar certo e ser um lindo Kabudashi! De início eu achava melhor separar, mas vendo agora, a opção de fazer uma floresta foi a melhor escolha.
    Eu fico com a primeira frente apresentada, ela dá uma noção boa de profundidade e tem uma distribuição legal.
    Vou acompanhar esse trabalho e se precisar de alguma coisa é só chamar que eu ajudo hehehehehe
    Abração!!

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  2. Muito show Douglas!
    Os yamadoris sempre tem seu lugar e todo o empenho e esforço para a extração costuma ser bem recompensada com ótimos exemplares. Com este acho que não será diferente.
    Confesso que não conheço e não tive acesso a muitos materiais sobre pessegueiros, mas é possível que toda sua prudencia, cuidado e pesquisas tenha razão e ser.
    Concordo com o Frodo quanto à frente, mas não quanto à separação, não agora. Acho que o melhor é deixa-la recuperar desta forma e quando estiver pronta para novas intervenções podemos discutir a estética novamente.
    Parabéns pelo exemplar !!! Não deixe de nos atualizar, ok ?
    Grande abraço

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  3. ‎Bruno Gomes, na realidade pesquisei muito sobre os pessegueiros antes de iniciar esse projeto, muitos de desaconselharam, vi alguns belos, inclusive um que o Ricardo Paiva me mostrou!!!!Resolvi tentar, pela bela floração e pelo tronco, além de que essa planta seria descartada, jogada no lixo, então porque não salva-lá?!!! Confesso que vi alguns exemplares de pêssego a venda na net, em um desses sites ultra caros, que não me recordo o nome. Outra coisa que me agrada é a textura do tronco. Quanto a separação, era uma possibilidade, mas a primeira opção sempre foi seguir o estilo kabudashi, que são tronco interligados, Rafael Frodo. Diferente do estilo Yose (floresta) que são árvores separadas. Vejam bem!!!!! Sendo assim é impossível separar os troncos pois são de fato interligados, pude verificar tal fato ao realizar o destorroamento e minhas suspeitas dos troncos serem interligados se confirmaram! Quanto a frente sempre tive em mente a que o Rafael Frodo Pontes falou, queria saber se alguém divergiria disso, mas acho que isso já está definido desde de sempre, por não ter realmente outra frente melhor do que está. Com os futuros trabalhos no substrato e nebari esta planta será um pouco levantada para destacar os troncos interligados, KABUDASHI!!!! Com toda certeza ele está se recuperando muito bem, agora é crescer e se estabilizar, contudo não impede de sofrer uma aramagem e um tracionamento agora que os brotos são novos. Conto com a ajuda de todos e Um grande abraço também a todos que sempre estão ajudando!!!!!! Estarei sempre atualizando!!!!!

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